quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
A vida pode ser como um pão com manteiga...
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida". Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!" Moral da história: . Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe... . Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você... . Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor. . Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho, enfim com todos, para todos.
PS: Tão simples como um pão com manteiga!
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
As feridas não podem se fechar a menos que estejam abertas
Todo mundo tem medo da intimidade — se você tem consciência disso ou não, é outra coisa. Intimidade significa expor-se perante um estranho — e somos todos estranhos; ninguém conhece ninguém. Somos estranhos até para nós mesmos, porque não sabemos quem somos.
A intimidade aproxima você de um estranho. Você tem de baixar todas as suas defesas; só então a intimidade é possível.
A intimidade aproxima você de um estranho. Você tem de baixar todas as suas defesas; só então a intimidade é possível.
E o medo é tanto que se você baixar todas as suas defesas, todas as suas máscaras, quem sabe o que o estranho fará com você? Todos escondemos mil e uma coisas, não só dos outros mas de nós mesmos, porque somos produtos de uma humanidade doente, com todos os tipos de repressões, inibições, tabus.
E o medo é tanto que com alguém que seja um estranho — e não importa que você tenha vivido com a pessoa por trinta, quarenta anos: a estranheza nunca deixa de existir — parece mais seguro manter algum tipo de defesa, uma certa distância, porque o outro pode levar vantagem sobre as suas fraquezas, sobre as suas fragilidades, sobre a sua vulnerabilidade.
Todo mundo tem medo da intimidade. O problema se complica ainda mais porque todo mundo quer intimidade. Todo mundo quer intimidade porque, do contrário, estaríamos sozinhos no universo — sem amigos, sem um amor, sem alguém em quem confiar, sem ninguém a quem você possa abrir todas as suas feridas.
E as feridas não podem se fechar a menos que estejam abertas. Quanto mais você as esconde, mais perigosas elas se tornam. Elas podem se tornar cancerosas.
Por um lado a intimidade é uma necessidade essencial, portanto todo mundo anseia por ela. Você quer que a outra pessoa seja íntima, de modo que a outra pessoa abaixe as defesas dela, torne-se vulnerável, abra todas as suas feridas, derrube todas as suas máscaras e falsas personalidades, fique nua como ela é.
E, por outro lado, todo mundo tem medo da intimidade — você quer ser íntimo da outra pessoa, mas não abaixa as suas defesas. Esse é um dos conflitos entre amigos, entre pessoas que se amam: ninguém quer abaixar as próprias defesas e ninguém quer se expor em total nudez e sinceridade, abrir-se — e ambos necessitam de intimidade.
A menos que se dispa de todas as suas repressões, inibições — que recebeu da sua religião, da sua cultura, da sua sociedade, dos seus pais, da sua educação —, você nunca será capaz de ser íntimo de alguém. E você terá de tomar a iniciativa.
Mas se você não tiver nenhuma repressão, nenhuma inibição, então também não terá feridas. Se viver uma vida simples, natural, não existirá medo da intimidade, mas a excepcional alegria de duas chamas aproximando-se ao ponto de quase se tornarem uma única chama. E o encontro será imensamente gratificante, satisfatório, realizador.
Mas, antes de tentar chegar à intimidade, você deve limpar completamente a sua casa.
E o medo é tanto que com alguém que seja um estranho — e não importa que você tenha vivido com a pessoa por trinta, quarenta anos: a estranheza nunca deixa de existir — parece mais seguro manter algum tipo de defesa, uma certa distância, porque o outro pode levar vantagem sobre as suas fraquezas, sobre as suas fragilidades, sobre a sua vulnerabilidade.
Todo mundo tem medo da intimidade. O problema se complica ainda mais porque todo mundo quer intimidade. Todo mundo quer intimidade porque, do contrário, estaríamos sozinhos no universo — sem amigos, sem um amor, sem alguém em quem confiar, sem ninguém a quem você possa abrir todas as suas feridas.
E as feridas não podem se fechar a menos que estejam abertas. Quanto mais você as esconde, mais perigosas elas se tornam. Elas podem se tornar cancerosas.
Por um lado a intimidade é uma necessidade essencial, portanto todo mundo anseia por ela. Você quer que a outra pessoa seja íntima, de modo que a outra pessoa abaixe as defesas dela, torne-se vulnerável, abra todas as suas feridas, derrube todas as suas máscaras e falsas personalidades, fique nua como ela é.
E, por outro lado, todo mundo tem medo da intimidade — você quer ser íntimo da outra pessoa, mas não abaixa as suas defesas. Esse é um dos conflitos entre amigos, entre pessoas que se amam: ninguém quer abaixar as próprias defesas e ninguém quer se expor em total nudez e sinceridade, abrir-se — e ambos necessitam de intimidade.
A menos que se dispa de todas as suas repressões, inibições — que recebeu da sua religião, da sua cultura, da sua sociedade, dos seus pais, da sua educação —, você nunca será capaz de ser íntimo de alguém. E você terá de tomar a iniciativa.
Mas se você não tiver nenhuma repressão, nenhuma inibição, então também não terá feridas. Se viver uma vida simples, natural, não existirá medo da intimidade, mas a excepcional alegria de duas chamas aproximando-se ao ponto de quase se tornarem uma única chama. E o encontro será imensamente gratificante, satisfatório, realizador.
Mas, antes de tentar chegar à intimidade, você deve limpar completamente a sua casa.
Apenas um homem que pratica o auto-conhecimento pode permitir que a intimidade aconteça. Ele não tem nada a esconder. Tudo o que ele temia que alguém viesse a saber, ele próprio já deixou para trás. Em seu coração ele guarda apenas o silêncio e a compaixão.
(Osho)
(Osho)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Ouvir X Escutar
Uma mãe levou seu filhinho ao psiquiatra e por mais de três horas ela lhe contou toda a história de seu filho. O psiquiatra estava ficando cansado, cheio, mas a mulher estava tão absorvida na sua fala que nem mesmo lhe deu oportunidade de impedi-la. Uma frase seguia a outra sem qualquer intervalo. Finalmente o psiquiatra teve que dizer,’Por favor, pare agora! Deixe-me perguntar algo ao seu filho!’
E ele perguntou ao filho, ‘Sua mãe está reclamando que você não ouve o que ela lhe diz. Você tem alguma dificuldade de audição?’
O filho disse, ‘Não. Eu não tenho dificuldade de audição – os meus ouvidos estão perfeitamente bem – mas no que se refere a escutar, você pode julgar por si mesmo. Você consegue escutar a minha mãe? Ouvir eu posso: eu tenho que ouvir. Eu estava observando-o – você estava incomodado.Não há como não ouvir, mas escutar – pelo menos eu sou livre para escutar ou não. Se eu escuto ou não, é uma questão minha. Se ela grita comigo, ouvir é natural, mas escutar é uma questão totalmente diferente.’
Você ouviu, mas você não escutou, e todo tipo de distorção se juntou ao redor. As pessoas seguem repetindo aquelas palavras sem qualquer idéia do que elas estão repetindo...
(Osho)
E ele perguntou ao filho, ‘Sua mãe está reclamando que você não ouve o que ela lhe diz. Você tem alguma dificuldade de audição?’
O filho disse, ‘Não. Eu não tenho dificuldade de audição – os meus ouvidos estão perfeitamente bem – mas no que se refere a escutar, você pode julgar por si mesmo. Você consegue escutar a minha mãe? Ouvir eu posso: eu tenho que ouvir. Eu estava observando-o – você estava incomodado.Não há como não ouvir, mas escutar – pelo menos eu sou livre para escutar ou não. Se eu escuto ou não, é uma questão minha. Se ela grita comigo, ouvir é natural, mas escutar é uma questão totalmente diferente.’
Você ouviu, mas você não escutou, e todo tipo de distorção se juntou ao redor. As pessoas seguem repetindo aquelas palavras sem qualquer idéia do que elas estão repetindo...
(Osho)
domingo, 17 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
NOSSOS PESOS
Você se sente, em alguns dias, como se carregasse o peso do mundo?
Sente-se excessivamente cansado, atormentado, assoberbado de tarefas?
Talvez seja interessante refletir um pouco a respeito do que o está deixando tão exausto, quase desencantado da vida.
Conta-se que um conferencista tomou de um copo, nele despejou água e o ergueu, mostrando para a plateia.
Então, lançou a pergunta: Quanto vocês acham que pesa este copo?
As respostas variaram entre vinte e quinhentos gramas.
Bom, completou o conferencista, o peso real do copo não importa.
O que importa é por quanto tempo eu o segurarei levantado. Se o segurar por um minuto, tudo bem. Se o segurar durante um dia inteiro, precisarei de uma ambulância para me socorrer.
O peso é o mesmo, mas quanto mais o seguro, mais pesado ele ficará.
Isso quer dizer que se carregamos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde não seremos mais capazes de continuar.
A carga irá se tornando cada vez mais pesada.
É preciso largar o copo, descansar um pouco, antes de segurá-lo novamente.
Temos que deixar a carga de lado, periodicamente. Isso alivia e nos torna capazes de continuar.
Portanto, antes de você voltar para casa, deixe o peso do trabalho num canto. Não o carregue para o lar.
Você poderá retomá-lo, no dia seguinte.
Há sabedoria nas palavras do conferencista. Por isso mesmo, o Sábio de Nazaré, há mais de dois mil anos recomendou: A cada dia basta sua própria aflição.ou A cada dia basta o seu proprio cuidado.
Equivale a dizer que devemos saber nos empenhar em algo que precisa ser feito, que exija todo nosso esforço.
Mas que, depois de um tempo, precisamos relaxar, espairecer, trocar de tarefa.
A lei trabalhista estabelece o cômputo de horas ao trabalhador. Também o dia do repouso, das férias.
Na escola, temos horários de estudo, intercalados com intervalos.
Pensemos, portanto, e comecemos a agir com sabedoria. Enquanto no trabalho, todo empenho.
Vencidas as horas de esforço mental ou físico, envolvamo-nos em outra atividade prazerosa.
Busquemos o lar e vivamos, intensamente, com nossos familiares.
Observemos o filho no berço, o outro que ensaia as primeiras letras no papel. Preocupemo-nos em saber se tudo está bem. Conversemos.
Desanuviemos o cenho, agora é o momento da família.
E não esqueçamos de momentos para a oração, para a boa música, a leitura nobre, que nos refaça a intimidade, nos descanse a alma.
Vinculemo-nos a um trabalho voluntário. Cultivemos nosso jardim. Podemos as árvores. Colhamos flores.
Despertemos mais cedo e observemos o nascer do sol. Encantemo-nos com o cair da tarde.
Em suma: vivamos cada momento com todas as nossas energias. Cada momento, sem levar conosco cargas desnecessárias.
Lembremos Jesus: A cada dia basta sua própria aflição.
(Por Meire Michellin baseado no texto O copo d´água.)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
Amor X Intimidade
Amor e intimidade acontecem com o amadurecimento de uma relação, que é fruto também do pleno desenvolvimento de cada um dos parceiros. É uma entrega ao nós, o que não quer dizer perder fronteiras pessoais. Vale lembrar que amadurecimento não é um momento, é um processo. É a própria travessia pela vida. Não há um momento em que estejamos prontos, acabados. Ser humano é estar sempre em trânsito.
Sem duração não há estabilidade. Sem abertura não há renovação.
Não há como criar intimidade sem lançar-se em uma experiência de revelação do desconhecido que há em si mesmo e no outro. Relação íntima é também fruto de coragem.
Quanto mais íntima a relação, maior a magnitude das transformações operadas nas pessoas envolvidas e em toda a comunidade que as rodeia. A vida de um casal afeta não só a ele mesmo, mas a todos os que estão ao seu redor. Filhos, amigos, familiares, vizinhos, colegas, até atingir uma rede que é a comunidade onde nos inserimos.
Quando não há sentido de si em uma relação, o fruto do encontro é um "ninguém"; haverá apenas mistura, fusão, confluência. Ou isolamento, distância, separação. Não haverá amor. Amor implica esvaziamento de si mesmo; sem um si mesmo, não há como esvaziar-se, não há outro em nossa vida.
(Beatriz Helena Paranhos Cardella)
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Toda convicção é uma prisão!!!
Um homem vivia ao lado de uma estrada, onde vendia rosquinhas deliciosas. O negócio ia tão bem que ele já não ouvia rádio, não lia jornais nem dava muita bola para a televisão. Pôde até investir em publicidade e as pessoas não paravam de comprar seus produtos. Os lucros só aumentavam e ele reinvestia cada vez mais em seu negócio.
No verão, recebeu a visita do filho, que voltava da universidade onde cursara uma pós-graduação em administração de empresas. O rapaz, ao ver tudo que o pai possuía, indagou:
- Pai, você não escuta rádio nem lê jornais? Estamos passando por uma crise enorme. Você vai falir.
O pai pensou: "Meu filho tem estudos. É bem informado. Sabe do que está falando."
Assim, o homem passou a comprar menos ingredientes para reduzir sua produção de rosquinhas. Diminuiu os gastos e cortou o investimento em publicidade. As vendas caíram dia após dia e, em pouco tempo, o negócio entrou no vermelho. Então ele ligou para o filho na universidade e disse:
- Você tinha razão, filho. Estamos vivendo uma crise muito grande.
(Fonte: texto retirado do livro Nietzsche para estressados de Allan Percy)
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